Os jovens precisam de referência.
Na maioria das vezes são os mais antigos, que já trilharam o caminho da vida
cristã, que conhecem as pedradas da vida, que vivenciaram uma juventude em
Cristo. São as “lâmpadas” mencionadas no livro de Samuel (2 Sm 21:17). Há na
Bíblia, porém, exemplos de jovens que também são referências para jovens.
Daniel é um deles.
Daniel tinha entre 14 e 17 anos
de idade quando foi levado cativo por Nabucodonosor, rei da Babilônia. O rei
desejava jovens “da linhagem real e dos nobres, em quem não houvesse defeito
algum, formosos de aparência e instruídos em toda a sabedoria, sábios em
ciência, versados no conhecimento e que tivessem habilidade para viver em seu
palácio a fim de que fossem ensinados nas letras e na língua dos caldeus”. (Dn
1: 3-4). O fato de Daniel ter sido escolhido com base nesses critérios mostra
que ele era diferenciado. Desde cedo temente a Deus e estudioso de Suas leis.
O versículo 6 do primeiro
capitulo traz um detalhe importante: Vários jovens foram achados nas condições
impostas pelo rei. Porém, a Bíblia destaca somente quatro: Daniel, Hananias,
Misael e Azarias. Alguns aspectos importantes devem ser discutidos para
entendermos os motivos pelos quais a Bíblia dá destaque somente a esses, em
especial a Daniel:
1. Mantiveram suas personalidades
O verso 7 do primeiro capítulo nos informa que o chefe dos eunucos deu outros nomes aos quatro jovens: Daniel (“Deus é meu juiz”) passou a se chamar Beltessazar (“Bel te proteja”); Hananias (“Jeová é gracioso”) recebeu o nome de Sadraque (“Ordem de Aku”); Misael (“Quem é igual a Deus?”) foi mudado para Mesaque (“Quem é igual a Aku?”) e, por fim, Azarias foi nomeado Abede-Nego (“Servo de Nebo”). Naquela época, o nome era intimamente relacionado à personalidade da pessoa. Revelava seu caráter, sua essência. Observe a discrepância entre o significado de seus nomes no hebraico e na língua dos babilônicos.
Quando passarmos pelas “Babilônias” da vida (trabalho, escola, faculdade etc.) vão querer mudar nossa personalidade também. Sejamos firmes para não moldarmos nosso caráter conforme o ambiente, assim como foi Daniel. As palavras de John MacArthur, no livro “Com vergonha do evangelho” soam bem: Toda questão acerca de Israel ser luz para o mundo concentra-se no fato que eles deveriam ser diferentes.
2. Rejeitaram os Manjares do rei
Em Dn 1:5, o próprio rei determina a alimentação desses jovens. Contudo, no versículo 8, Daniel, por vontade própria, prefere não se contaminar com os manjares do rei. Ele propõe no seu coração ser fiel ao seu Deus. Alan Brizotti diz que Satanás trabalha com duas armas poderosas para com os jovens: sedução e sensação. Daniel também foi tentado por ambas, mas manteve sua fidelidade para com Deus e as recusou. O mundo sempre há de nos oferecê-las: coisas que aparentam ser belas, que prendem nossa atenção. Caminhos, que aos nossos olhos, parecem de vida, mas o fim deles é a morte. São as seduções. Há também a sensação: quando vamos orar e sentimos que Deus já ouviu nossa oração e, assim, paramos; ao tentarmos fazer algo na igreja, logo vem a sensação de desânimo. Mas devemos agir como Daniel, rejeitando toda sedução desse mundo e removendo toda sensação que nos impede de, verdadeiramente, sermos jovens fortes (1 Jo 2:14).
3. Viveram em oração
Daniel, Hananias, Misael e Azarias sempre estiveram em oração: para que Deus revelasse a interpretação do sonho de Nabucodonosor (Dn 2:17-18); Daniel costumava a orar três vezes ao dia (Dn 6:10). É dever de todo cristão ter uma vida de oração. Paulo, escrevendo aos de Tessalônica, nos adverte a isso: “Orai sem cessar” (1 Ts 5:17). Daniel viveu numa geração perversa, corrupta e dada aos próprios prazeres. Não muito diferente da que vivemos. Porém, ele foi fiel e não abandonou a Deus, antes, sempre matinha contato com Ele. Sabia que para vencer numa sociedade manchada pelo pecado, só estando junto ao Deus Santo em oração. Devemos seguir seu exemplo e também viver em oração. Como disse Leonard Ravenhill: “Para fazer frente a esta geração ávida pelo pecado, só uma igreja ávida pela oração”.
4. Não esqueceram suas origens
No versículo 10 do capítulo 6, a Bíblia nos diz que Daniel orava três vezes ao dia em seu quarto onde estavam janelas abertas para o lado de Jerusalém. Essa é uma verdade fantástica: Daniel estava na Babilônia, mas não esqueceu que era de Jerusalém. Podemos estar onde for, mas a partir do momento que Cristo nos chamou para uma nova vida, passamos a ser cidadãos celestiais, embaixadores de Cristo (Fp 3:20; 2 Co 5:20). E, sabendo que não somos desse mundo, não devemos andar como anda esse mundo, pensar como ele pensa, falar com ele fala, em suma, ser como ele é. Devemos sim, agir da maneira como Daniel agiu na Babilônia, Paulo em Atenas, Cristo na Terra. Como escrito está: “Não ameis o mundo nem o que há no mundo. Se alguém ama o mundo, o amor do Pai não está nele”.
O salmista diz: “Como purificará o jovem o seu caminho? Observando-o conforme a sua palavra” (Sl 119:9). Daniel é um exemplo deixado aos jovens. Observemos nossos caminhos e que eles sejam agradáveis a Deus.
Dheny
O verso 7 do primeiro capítulo nos informa que o chefe dos eunucos deu outros nomes aos quatro jovens: Daniel (“Deus é meu juiz”) passou a se chamar Beltessazar (“Bel te proteja”); Hananias (“Jeová é gracioso”) recebeu o nome de Sadraque (“Ordem de Aku”); Misael (“Quem é igual a Deus?”) foi mudado para Mesaque (“Quem é igual a Aku?”) e, por fim, Azarias foi nomeado Abede-Nego (“Servo de Nebo”). Naquela época, o nome era intimamente relacionado à personalidade da pessoa. Revelava seu caráter, sua essência. Observe a discrepância entre o significado de seus nomes no hebraico e na língua dos babilônicos.
Quando passarmos pelas “Babilônias” da vida (trabalho, escola, faculdade etc.) vão querer mudar nossa personalidade também. Sejamos firmes para não moldarmos nosso caráter conforme o ambiente, assim como foi Daniel. As palavras de John MacArthur, no livro “Com vergonha do evangelho” soam bem: Toda questão acerca de Israel ser luz para o mundo concentra-se no fato que eles deveriam ser diferentes.
2. Rejeitaram os Manjares do rei
Em Dn 1:5, o próprio rei determina a alimentação desses jovens. Contudo, no versículo 8, Daniel, por vontade própria, prefere não se contaminar com os manjares do rei. Ele propõe no seu coração ser fiel ao seu Deus. Alan Brizotti diz que Satanás trabalha com duas armas poderosas para com os jovens: sedução e sensação. Daniel também foi tentado por ambas, mas manteve sua fidelidade para com Deus e as recusou. O mundo sempre há de nos oferecê-las: coisas que aparentam ser belas, que prendem nossa atenção. Caminhos, que aos nossos olhos, parecem de vida, mas o fim deles é a morte. São as seduções. Há também a sensação: quando vamos orar e sentimos que Deus já ouviu nossa oração e, assim, paramos; ao tentarmos fazer algo na igreja, logo vem a sensação de desânimo. Mas devemos agir como Daniel, rejeitando toda sedução desse mundo e removendo toda sensação que nos impede de, verdadeiramente, sermos jovens fortes (1 Jo 2:14).
3. Viveram em oração
Daniel, Hananias, Misael e Azarias sempre estiveram em oração: para que Deus revelasse a interpretação do sonho de Nabucodonosor (Dn 2:17-18); Daniel costumava a orar três vezes ao dia (Dn 6:10). É dever de todo cristão ter uma vida de oração. Paulo, escrevendo aos de Tessalônica, nos adverte a isso: “Orai sem cessar” (1 Ts 5:17). Daniel viveu numa geração perversa, corrupta e dada aos próprios prazeres. Não muito diferente da que vivemos. Porém, ele foi fiel e não abandonou a Deus, antes, sempre matinha contato com Ele. Sabia que para vencer numa sociedade manchada pelo pecado, só estando junto ao Deus Santo em oração. Devemos seguir seu exemplo e também viver em oração. Como disse Leonard Ravenhill: “Para fazer frente a esta geração ávida pelo pecado, só uma igreja ávida pela oração”.
4. Não esqueceram suas origens
No versículo 10 do capítulo 6, a Bíblia nos diz que Daniel orava três vezes ao dia em seu quarto onde estavam janelas abertas para o lado de Jerusalém. Essa é uma verdade fantástica: Daniel estava na Babilônia, mas não esqueceu que era de Jerusalém. Podemos estar onde for, mas a partir do momento que Cristo nos chamou para uma nova vida, passamos a ser cidadãos celestiais, embaixadores de Cristo (Fp 3:20; 2 Co 5:20). E, sabendo que não somos desse mundo, não devemos andar como anda esse mundo, pensar como ele pensa, falar com ele fala, em suma, ser como ele é. Devemos sim, agir da maneira como Daniel agiu na Babilônia, Paulo em Atenas, Cristo na Terra. Como escrito está: “Não ameis o mundo nem o que há no mundo. Se alguém ama o mundo, o amor do Pai não está nele”.
O salmista diz: “Como purificará o jovem o seu caminho? Observando-o conforme a sua palavra” (Sl 119:9). Daniel é um exemplo deixado aos jovens. Observemos nossos caminhos e que eles sejam agradáveis a Deus.
Dheny

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